DISRUPTalks51

Há algum tempo existe um clamor das companhias para implementação de programas de integridade, que foi amplificado com a pandemia de Covid-19. De forma geral e de acordo com a maturidade que o mercado vem alcançando, as empresas percebem que é preciso estarem aptas a esse passo. É preciso ser uma companhia qualificada. Existe, no Brasil, uma questão cultural para o avanço na implementação de práticas de compliance: o receio que os procedimentos tornem as atividades burocráticas. Para mim, no entanto, esses procedimentos são absolutamente necessários, uma vez que não é difícil encontrar situações em que os balanços das empresas, por exemplo, são complexos ou não auditados. Talvez isso explique a preocupação básica em nosso país, que é a dificuldade em se entender e conseguir acessar crédito. O ponto positivo é que, cada vez mais, as empresas compreendem que boa governança e aderência às regras são atitudes necessárias para se tornarem elegíveis a investimentos e crédito. Isso faz com que um dos grandes desafios das empresas seja implementar o compliance, sem burocratizar seus processos e sem perder produtividade. A metodologia deve ser inspiradora, para que os colaboradores percebam a valia dos procedimentos organizados para todos e, principalmente, para sustentabilidade das condutas estabelecidas. Uma das formas de se fazer isso é valorizar programas que privilegiem o pensamento corporativo, atitudes positivas que tornem a empresa mais forte e menos suscetível a danos, fraudes e ataques morais. O ponto de discussão está na precificação dessas atitudes preventivas que evitam desperdício, evitam riscos e protegem tanto os empresários quanto seus colaboradores e fornecedores. Enfim, os shareholders. A capacidade das mulheres de extrapolar a governança e trazer aspectos sociais e ambientais mais profundos para as práticas de programas de conformidade deve ser valorizada. O olhar e a visão feminina em cada uma dessas etapas traz ganho efetivo para as companhias. Compliance nada mais é do que estar em conformidade e as mulheres têm uma visão ampla 360º que abrange, além das questões de governança, os elementos ambientais, sociais e morais envolvidos. Estar em conformidade com a lei é básico, mas estar em conformidade com princípios e valores das organizações é, sobretudo, um processo de educação continuada. Em um país em que a maioria é feminina, as mulheres podem e devem ter um papel fundamental e relevante na implementação de programas de integridade.

 

Claudia Angelica Martinez
Membro Independente de Conselho de Administração e
Conselhos Consultivos | Empresária | Mobilizadora Social.

 

 

 

AutorGabriela Manssur
ISBN978-65-5619-101-0
Altura do livro23
Largura do livro2
Profundidade16
Páginas128
Edição1
Ano da edição2022
Peso0.280
IdiomaPortuguês
SeloDISRUPTalks
Opção de acabamento

Capa Brochura

 

51
44
Código de Compliance Feminino - Mercado de trabalho
  • Lançamento
  • Destaque

Código de Compliance Feminino - Mercado de trabalho

Marca: DISRUPTalks
Cód.: 978-65-5619-101-0
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Há algum tempo existe um clamor das companhias para implementação de programas de integridade, que foi amplificado com a pandemia de Covid-19. De forma geral e de acordo com a maturidade que o mercado vem alcançando, as empresas percebem que é preciso estarem aptas a esse passo. É preciso ser uma companhia qualificada. Existe, no Brasil, uma questão cultural para o avanço na implementação de práticas de compliance: o receio que os procedimentos tornem as atividades burocráticas. Para mim, no entanto, esses procedimentos são absolutamente necessários, uma vez que não é difícil encontrar situações em que os balanços das empresas, por exemplo, são complexos ou não auditados. Talvez isso explique a preocupação básica em nosso país, que é a dificuldade em se entender e conseguir acessar crédito. O ponto positivo é que, cada vez mais, as empresas compreendem que boa governança e aderência às regras são atitudes necessárias para se tornarem elegíveis a investimentos e crédito. Isso faz com que um dos grandes desafios das empresas seja implementar o compliance, sem burocratizar seus processos e sem perder produtividade. A metodologia deve ser inspiradora, para que os colaboradores percebam a valia dos procedimentos organizados para todos e, principalmente, para sustentabilidade das condutas estabelecidas. Uma das formas de se fazer isso é valorizar programas que privilegiem o pensamento corporativo, atitudes positivas que tornem a empresa mais forte e menos suscetível a danos, fraudes e ataques morais. O ponto de discussão está na precificação dessas atitudes preventivas que evitam desperdício, evitam riscos e protegem tanto os empresários quanto seus colaboradores e fornecedores. Enfim, os shareholders. A capacidade das mulheres de extrapolar a governança e trazer aspectos sociais e ambientais mais profundos para as práticas de programas de conformidade deve ser valorizada. O olhar e a visão feminina em cada uma dessas etapas traz ganho efetivo para as companhias. Compliance nada mais é do que estar em conformidade e as mulheres têm uma visão ampla 360º que abrange, além das questões de governança, os elementos ambientais, sociais e morais envolvidos. Estar em conformidade com a lei é básico, mas estar em conformidade com princípios e valores das organizações é, sobretudo, um processo de educação continuada. Em um país em que a maioria é feminina, as mulheres podem e devem ter um papel fundamental e relevante na implementação de programas de integridade.

 

Claudia Angelica Martinez
Membro Independente de Conselho de Administração e
Conselhos Consultivos | Empresária | Mobilizadora Social.

 

 

 

AutorGabriela Manssur
ISBN978-65-5619-101-0
Altura do livro23
Largura do livro2
Profundidade16
Páginas128
Edição1
Ano da edição2022
Peso0.280
IdiomaPortuguês
SeloDISRUPTalks
Opção de acabamento

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